Épocas Festivas

Férias de Verão | A escolha do paraíso de férias

25.7.16


Férias de Verão

A escolha do paraíso de férias

Para todos aqueles que ainda têm que tomar a complicada decisão de escolher o destino de férias, ficam algumas dicas que prometem satisfazer todos os gostos.


De papo-para-o-ar sem fazer nenhum

Neste caso, a escolha poderá recair sobre um Resort, o país é pouco relevante e os dias passam-se com uma pulseira no braço, que nos dá direito a tudo o que ambicionamos - comida, bebida, praia, piscina e cocktails.
Se não quiser levar o não-fazer-nenhum à letra, tem sempre o ginásio e as viagens turísticas, que tanto gostam de nos impingir. E conta apenas com um senão, os preços das escapadelas fora do Hotel são elevados, por vezes, tão elevados, que geram arrependimento instantâneo. Mas pode ver os golfinhos aos saltos, umas ilhas diferentes (ainda mais paradisíacas), mergulhar para observar peixes às cores, ou ainda andar de cavalo na praia.

Quero ir com todos, como o bacalhau

O ideal é juntar todos os amigos numa casa alugada, ou na casa de um deles. As noites são o momento alto destas férias de Verão, a praia passa para o final do dia e as manhãs são passadas a dormir. O mais difícil é conciliar vontades e banhos de banheira, mas impera a condescendência, paciência e o desejo imenso de diversão.

No meio da Natureza

Se o seu ideal de férias é acordar a ouvir o rio e os passarinhos cantar, sugiro um camping num parque de campismo mais recatado, com riachos onde possa tomar banhos frescos e num local naturalmente bonito, por onde se façam longas caminhadas.
À noite? À noite roupas mais quentes, uma garrafa de vinho tinto e um churrasco, o rei do acampamento.

Os festivaleiros

Os festivaleiros acabam por ficar no meio da Natureza, se bem que, hoje em dia, existem suites com ar condicionado e casa de banho privativa, a preços quase acessíveis. Ou zonas fora do recinto, para quem não se importa de gastar um pouco mais e marcar férias com quase um ano de antecedência.
Para o verdadeiro festivaleiro, aquele que pernoita no local, existem duas características a cultivar, muita resistência física e mental e vontade de se divertir como se o mundo estivesse perto do fim. São dias e noites de calor e excessos dos quais ficam óptimos momentos.

Cultura citadina

Nesta opção de férias, qualquer cidade que não conheça preenche o requisito. Há que ter apenas em conta duas situações: se se identifica com as atracções do local e se o dinheiro de que dispõe permite fazer tudo o que planeou. Esta última condição é importante, caso não pretenda regressar mais cedo que o previsto.
Cada cidade tem seu encanto, geralmente, se optar pela capital do país, há muito para descobrir. Mas existem cidades menos conhecidas e que são igualmente bonitas, com uma cultura e história encantadoras.

Ir e vir cansado até à exaustão, mas conhecer o destino como a palma da sua mão

Este é um tipo de férias tão cansativo como o dos festivaleiros, mas do qual voltamos com o sentimento de missão cumprida.
Acordar de madrugada, deitar tarde, zero descanso, 100% de tempo aproveitado em conhecimento.
Correr um país de lés a lés, tirar duas mil fotografias e voltar cheio de histórias para contar.
É uma opção cara e para a qual devemos despender de algum tempo, tempo esse que parecerá que viajou durante meses.

No campo, para quem odeia a praia

Aqui existem várias soluções. Um Hotel, uma casa alugada, ou acampamento. Eu costumo associar a Turismo Rural e penso que será uma óptima opção.
O campo é acolhedor e nada é mais reconfortante do que sermos recebidos por alguém que nos quer hospedar bem e perder tempo connosco.
Depois basta apenas descansar, ler, andar a cavalo, apanhar flores, fazer grandes jantaradas, longas caminhadas, tomar banho nas barragens e deliciar-se com tudo o que lhe apetecer.
Há até quem aproveite para trabalhar, sendo que este trabalho corresponde a ajudar na apanha de algum furto ou na preparação de comida, como por exemplo, fazer pão ou queijos.

Cultura e piscina

Esta será talvez uma das escolhas mais apreciadas, conhecer bem o local e regressar à base para jantares demorados e relaxantes, com um ou dois dias de dolce far niente.
Na escolha do sítio ideal imperam as regras acima referidas na cultura citadina. E esta pode ser uma das melhores opções para quando se tem apenas uma semana de férias ou um fim-de-semana grande.


Ir quase sem destino

Marcar uma passagem de avião sem regresso, partir de carro sem destino, chegar ao aeroporto e comprar uma desistência. Descobrir um local à chegada, perceber como nos recebe uma cidade que não conhecemos, ficar dois dias e continuar.
É uma aventura que aconselho vivamente e que conta somente com duas premissas, ir com alguém com quem seja compatível e ter espírito de aventura.

Férias são férias e a escolha depende muito da forma como encaramos cada fase da nossa vida e de quem nos acompanha. E, se está de partida, boas férias!


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1 comentários

  1. E eu a contar os dias para as minhas... Ai, sabe tão bem estar de férias!

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